• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
MENU

Ato e Paralisação de 2h do SINTECT geram resultado

Administração dos Correios compareceu ao protesto e firmou o compromisso de garantir melhores condições de trabalho

Publicado: 07 Fevereiro, 2019 - 23h03 | Última modificação: 07 Fevereiro, 2019 - 23h06

Escrito por: Iracema Corso

notice

Sem suportar o calor escaldante e por melhores condições de trabalho, 20 servidores do Correios em Aracaju saíram do Centro de Entrega de Encomendas (CEE) onde trabalham diariamente sem água, sem ventilação e ocuparam, na manhã da quarta-feira, dia 6 de fevereiro, a porta da unidade dos Correios, localizada na Rua Acre. O protesto e paralisação no setor de encomenda duraram apenas 2h e foram organizados pelos trabalhadores com apoio do SINTECT (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Correios), filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE).

Rapidamente o protesto gerou resultado. A administração dos Correios compareceu à manifestação e contratou uma empresa para fazer a manutenção dos ar-condicionados. O sindicato também cobrou que a frota de carros que faz a entrega das encomendas está sucateada e que os trabalhadores deste setor são expostos com frenquência a assaltos nas regiões de Tamandaré, Santa Maria, Padre Pedro, entre outras localidades.

Jean Marcel Guimarães Reimon Burgos, secretário geral do SINTECT/SE, explicou que o setor de encomendas é um setor estratégico da empresa, uma paralisação de 2h é capaz de atrasar 300 entregas, o que gera prejuízo para a empresa. “Não é a primeira vez que reivindicamos por melhores condições de trabalho. Queremos ação da administração dos Correios para melhorar a jornada de quem trabalha no setor de encomendas. As condições de trabalho estão tão precárias no CEE que os motoristas e demais trabalhadores buscaram ajuda do sindicato para juntos construirmos esta manifestação”.

Segundo Marcel Burgos, o sindicato vai fiscalizar novas denuncias em outras unidades dos Correios e possivelmente, caso não haja nenhuma iniciativa para melhorar as condições de trabalho, novos protestos acontecerão.

carregando
carregando