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'Não vai ter arrego'! Segundo Tsunami da Educação esquenta para Greve Geral

Publicado: 31 Maio, 2019 - 12h25 | Última modificação: 31 Maio, 2019 - 12h29

Escrito por: Iracema Corso

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Uma enorme e decidida marcha cortou a cidade de Aracaju pela tarde e até o cair da noite, atravessando um temporal, entre a Pça General Valadão e o Viaduto do Terminal DIA, na quinta-feira, dia 30 de maio, data de luta nacional contra o corte bilionário de recurso para a educação pública e em defesa do direito à aposentadoria.

O segundo grande ato histórico em defesa da educação pública (desde o ensino infantil até o superior, passando pela graduação e pós-graduação) em todas as suas esferas novamente mostrou a força de um tsunami, como ficou conhecido o dia 15 de maio #tsunamidaEducação.

A atividade de luta desta quinta-feira, convocada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e em Sergipe contou com o apoio e construção coletiva da CUT, CTB, UGT, CSP/Conlutas, Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular, também fortaleceu a mobilização para a greve geral no dia 14 de Junho.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), o professor Dudu participou do protesto junto a vários sindicatos filiados e também a Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal (FETAM). “Na Greve Geral do dia 14 de junho nós vamos parar o setor produtivo, ônibus, bancos, comércio, vai ter trancamento de rodovia, vai ser um movimento forte e para impactar. Serão protestos por todo Brasil, à altura dos ataques do governo que quer acabar com a aposentadoria do povo brasileiro. Hoje, mais uma vez, os protestos mostraram ao governo Bolsonaro qual a verdadeira importância da educação pública para o povo brasileiro”, afirmou o presidente da CUT/SE.