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Organizar a juventude de luta será prioridade da CUT

Publicado: 09 Dezembro, 2019 - 18h16 | Última modificação: 09 Dezembro, 2019 - 18h24

Escrito por: Iracema Corso

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No último sábado (7/12), na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) em Aracaju, teve reunião de formação da juventude que participou da mobilização e construção da greve do SINTESE e ocupação da Assembleia Legislativa (ALESE).

Esta juventude panfletou no Calçadão e dialogou com a população explicando as razões da greve na educação. A atividade foi destinada aos estudantes do Ensino Médio e alguns universitários que já estão sentindo os efeitos dos ataques à educação pública em âmbito federal e estadual.

A reunião de formação para a juventude foi organizada pelo SINTESE e contou com a participação do secretário de Juventude da CUT, José Rafael, que falou sobre Análise de Conjuntura. “Esta é uma juventude que participou da luta junto ao SINTESE, portanto, viveu uma experiência de muito aprendizado. Quando os professores são valorizados a escola se transforma, então é uma juventude que entende porque os professores lutam e sabem do valor de uma educação pública de qualidade para levar ele a se incluir no mercado de trabalho e se preparar para a vida”.

De acordo com Rafael, houve oportunidade para apresentar a CUT e explicar qual o papel da central sindical. Vários temas foram abordados como o papel que o cidadão tem na sociedade; o despertar da consciência dos alunos; como se dá a educação para o mundo cruel capitalista em que vivemos, entre outros. “O passo seguinte será dar condições para a criação de um espaço de formação da juventude reunindo jovens trabalhadores filiados a sindicatos, diretores ou que tem uma relação direta com o movimento social e sindical”, destacou.

O presidente da CUT/SE, Roberto Silva, parabenizou a iniciativa de todos os envolvidos na promoção desta atividade de formação para a juventude. “Diante do quadro nacional de crescente desemprego, à beira dos 14 milhões de desempregados, parte destes desalentados, que desanimaram e sequer estão procurando emprego, é muito importante mobilizar e reunir a juventude. É uma tarefa difícil, pois a juventude que sofre com o desemprego não está nos sindicatos e sabemos que há necessidade de união e luta para mudar esta realidade opressora, massacrante e que atinge em cheio a juventude brasileira”.