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Sindicalistas de Sergipe na 4ª Conferência Nacional de Formação da CUT

Publicado: 03 Junho, 2019 - 12h14 | Última modificação: 03 Junho, 2019 - 12h17

Escrito por: Iracema Corso

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Dirigentes sindicais de todo Brasil participaram da 4ª Conferência Nacional de Formação da Central Única dos Trabalhadores, na cidade de Belo Horizonte/MG, de 27 a 31 de maio.

A Semana foi marcada por Debates sobre a Formação Sindical na Defesa dos Direitos e da Democracia, tendo contado com a presença da ex-presidenta Dilma Rousseff, Bárbara Figueiro, presidenta da CUT/Chile, entre outros nomes de referência política e sindical no Brasil e América Latina. Inserida no debate sindical, a Conferência de Formação também discutiu, entre outros temas, Futuro do Trabalho, Qualificação Profissional, Tecnologia, a Defesa dos Direitos, da Democracia e do Socialismo na Perspectiva de Gênero, Raça, Diversidade Sexual e Direitos Humanos.

Roberto Silva, diretor de Formação da CUT/SE participou da Conferência junto a outros dirigentes sergipanos, Maria (do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cumbe), Rafael (do Sindisan) e a dirigente Ângela Melo da Diretoria Executiva nacional da CUT. "A Conferência de Formação é um lugar estratégico pra discutir a política de Formação da CUT para o próximo período. A conjuntura é adversa, com crescimento do fascismo da extrema direita, e com ataques sistemáticos aos direitos da classe trabalhadora. A formação está no centro da resistência. Os trabalhadores precisam compreender esse contexto desafiador em âmbito nacional e mundial. Então foi um momento importante para pensarmos juntos formas de viabilizar uma formação eficaz que alcance, em bom número, os trabalhadores do campo e da cidade”, observou Roberto Silva.

Ângela Melo avaliou que a Conferência cumpriu um papel importante no fortalecimento da unidade do movimento sindical. “Vimos uma Dilma mais militante, convocando todos para ocupar as ruas e participar do Ato em Belo Horizonte. Ela fez uma análise interessante sobre o papel do Governo, a proposta de privatização do País e o desmonte da soberania nacional. São temas importantes para a compreensão do momento que vivemos e para criarmos a melhor estratégia de formação e resistência”, afirmou.