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QUINTA: Ato contra o preço dos combustíveis, em defesa da comida e por vacina

Às 8h da manhã desta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, vai ter manifestação no Centro de Aracaju

Publicado: 17 Fevereiro, 2021 - 14h06 | Última modificação: 17 Fevereiro, 2021 - 14h21

Escrito por: Iracema Corso

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Motoristas de uber, motoboys que entregam alimentos, remédios e todo tipo de encomendas, desde o início da pandemia, têm sido duramente penalizados pela política de preços dos derivados do petróleo que desde 2016 atinge o bolso de quem consome gasolina, o diesel e o gás de cozinha.

Da mesma maneira, a empreendedora do setor alimentício, Maria Cândida está entre milhões de brasileiras e brasileiros que sofrem com aumento descontrolado do preço do gás de cozinha, bem como a elevação do preço de gêneros alimentícios - que gerou queda nos rendimentos pela diminuição dos pedidos.

"O golpe à democracia de Temer trouxe consequências que sofremos hoje no Governo Bolsonaro. Alimentos caros, custo de vida caro, o preço do gás está exorbitante. O preço da carne inviabilizou vários pratos. Tem sido bem difícil. Continuamos trabalhando com amor e dedicação. Mas não há e nunca houve como ter esperança neste governo", resumiu Maria.

Assim, em defesa dos milhões de trabalhadores e trabalhadoras atingidos, o movimento sindical e social de Sergipe organiza no Centro de Aracaju, em frente ao antigo Cine Palace, às 8h da manhã desta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, o Ato Contra a Carestia e o aumento dos preços dos combustíveis, em defesa da comida e por vacina para todos.

Segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Sergipe), toda a população é convidada a participar do protesto.

"Vamos dialogar com a população sobre as consequências das políticas do governo Bolsonaro para a vida do trabalhador brasileiro. A política de dolarização do petróleo tem tudo a ver com a carestia do custo de vida. Também defendemos o auxílio emergencial, o direito à comida na mesa e vacina para todos", resumiu o presidente da CUT Sergipe.

O professor Roberto Silva afirmou que a população não pode continuar pagando este preço alto sem saber quem é o responsável por esta política. "É urgente que a população esteja unida nesta luta pelo Fora Bolsonaro, em defesa de preço justo para os derivados do petróleo, pelo direito ao auxílio e por vacina para todos. Não podemos aceitar que este governo e a Covid destruam nosso País", criticou Roberto.

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